Visita ao Parque
Como chegar?
Voos da STP Airways ligam São Tomé ao Príncipe por aproximadamente 150 € por passagem ida e volta. Contacte as agências directamente para saber os horários e condições dos voos.

O novo barco Príncipe realiza ligações entre São Tomé e a ilha do Príncipe duas ou três vezes por semana. O preço da passagem ida e volta ronda os 80 € por pessoa. Informações disponíveis no número 91-50-24.
Onde ficar?
Existem várias opções de alojamento na cidade se Santo António em pousadas e pensões. Algumas roças oferecem alojamento fora da cidade e em hotel-resort. Para mais informações contacte os seguintes operadores:
Em Santo António:
Pensão Palhota – 251 060 (Sr Alex Metzger)
Pensão Romar – 251 124 (Sr Rodrigo Cassandra)
Pensão Arca de Noé – 251 054 (Sr Adálio Pires dos Santos)
Residencial Osório – 251 034 (Sr Osório Umbelina)
Fora da Capital :
Bom Bom Island Resort - 251 141
Casa do João – 91 51 05 (Sr Jean Claude Godtbil)
Príncipe Tours – 91 60 24 (Sr Carlos Pinheiro)
Onde comer?
Várias petisqueiras oferecem refeições na capital. Para reservar um prato típico, contacte a Pastelaria Santo António – 93 52 18 (Sr Ramos Pires).
O que fazer?
Alguns hotéis e pensões poderão informá-lo sobre as actividades e percursos disponíveis na ilha. Para visitar o Parque Natural do Príncipe, procure informações junto à Direcção do Parque no centro da cidade de Santo António (tel: 251 359 / 90 62 69, Sr Daniel Ramos). Guias locais podem ser contactados directamente na sede do Parque e nas roças de São Joaquim, Porto Real e Terreiro Velho.
Os adeptos do trekking farão da sua visita ao Parque Natural do Príncipe uma experiência inesquecível. De dificuldade e duração variada, as expedições são pontuadas de roças abandonadas, formações basálticas, praias isoladas, e vistas deslumbrantes sobre os picos da ilha. Qualquer que seja o percurso escolhido, as caminhadas no Parque não os deixará indiferentes:
Caminho do Pico Papagaio
O Pico Papagaio é o pico mais emblemático da Ilha do Príncipe. Visível da cidade de Santo António, tem uma altura de aproximadamente 700 metros e consiste numa formação rochosa de origem vulcânica. Circundado por floresta secundária e primária, encontra-se localizado dentro dos limites do Parque Natural. Ao longo do caminho que nos leva ao cimo do pico, pode-se observar macacos, pássaros endémicos, orquídeas e diversas plantas medicinais. As vistas que temos da ilha são espectaculares!
De dificuldade média/difícil, este percurso tem uma duração de aproximadamente 4 horas ida e volta.

Caminho Santa Joaquina
No tempo colonial, Santa Joaquina consistia em algumas casas de madeira num alto próximo à roça Bela Vista. Ao ver barcos aproximando-se rumo à ilha, tocava-se uma buzina forte para avisar a população. Hoje, a natureza retomou o posse do local, e só restam caminhos em laço dentro da floresta para chegar ao Mirrador, onde a vista sobre a Baía de Santo António e toda a parte norte da ilha é inesquecível.
De dificuldade média/fácil, este percurso em volta tem uma duração de aproximadamente 3 horas.
Caminho da roça Infante D. Henrique
A roça Infante D.Henrique é uma antiga empresa abandonada pelos colonos um pouco antes da independência. Hoje coberta de vegetação, dista da cidade de Santo António cerca de 18 Km. Ao longo do caminho que nos leva ao quintal da roça, pode-se observar macacos, pássaros endémicos, orquídeas, plantas medicinais diversas, plantações agricolas, bem como formações rochosas típicas das ilhas vulcânicas (colunas basálticas). Para os que mais andam, pode-se seguir até a Praia Seca, uma comunidade de pescadores isolada no extremo Sul da ilha.
De dificuldade média/fácil, este percurso tem duração de 5 horas ida e volta.

Caminho de Maria Correia
O nome de Maria Correia ficou conhecido pelo facto da referida roça ter pertencido a uma natural do Príncipe do mesmo nome, filha de um emigrante Brasileiro de cor branca e uma mulata. Pela maneira tão enérgica e dinâmica como ela coordenava os seus escravos, é lembrada, em todo o Príncipe, com muito respeito por uns e medo por outros. A semelhança de outras roças, Maria Correia encontra-se hoje em ruínas, com excepção da casa principal onde vivia a patroa. Durante a caminhada, atravessa-se as lindas praias de Caixão e Lapa, onde vive uma pequena comunidade piscatória. Esta caminhada é a melhor maneira de conhecer a maravilhosa Baía das Agulhas.
De dificuldade média, este percurso tem uma duração de 5 horas ida e volta. Em tempo de chuva, a passagem de alguns rios pode tornar-se mais difícil.

Observação das Tartarugas Marinhas
Entre Outubro e Fevereiro, poderão observar a desova das tartarugas em quase todas as praias da ilha, e também o nascimento dos filhotes. O Parque Natural do Príncipe, parceiro do Programa SADA de protecção das tartarugas marinhas no Príncipe, poderá informá-lo sobre as possibilidades de visita às praias de desova com guias especializados, e por-lo em contacto com os responsáveis do Programa na ilha.







